A arte que instiga o pensamento e a (re)construção do ser.

Refletindo a complexidade da alma humana,
as criações akáshicas são permeadas por cores
e formas que servem de instrumento para
despertar nossa consciência e têm por finalidade
nos conectar à nossa própria sabedoria.

A arte que instiga o pensamento e a (re)construção do ser.

Refletindo a complexidade da alma humana, as criações akáshicas são permeadas por cores e formas que servem de instrumento para despertar nossa consciência e têm por finalidade nos conectar à nossa própria sabedoria.

As obras da galeria akáshicos trazem sinceridade e honestidade em forma de arte.
Através delas, os artistas representam o ser humano em busca de si, enquanto eles, artistas e
personagens, descobrem juntos no processo que toda sabedoria já está “escrita”, basta deixá-la
se manifestar, a partir do chamado “registro akáshico”.

As obras da galeria akáshicos trazem sinceridade e honestidade em forma de arte. Através delas, os artistas representam o ser humano em busca de si, enquanto eles, artistas e personagens, descobrem juntos no processo que toda sabedoria já está “escrita”, basta deixá-la se manifestar, a partir do chamado “registro akáshico”.

Ao mesmo tempo em que se empoderam, ao sentir que “criam” e “desenvolvem” as histórias de seus
personagens, os artistas colocam em perspectiva todo o narcisismo humano, ao perceberem que tudo
já estava e está criado. Tudo é uma questão das escolhas que fazemos, nem sempre conscientes.

Obixho é um personagem que nasceu de um “erro”, um rabisco sobre algo a quem não foi
permitido existir, e que aparece agora como um “novo ser”, não apenas uma “negação de algo”.
Por sua aparência associada ao erro, de forma estereotipada, muitas vezes é interpretado por outros seres como sendo “do mal” e acaba sendo afastado por eles. A rejeição e/ou o medo recíproco estão quase sempre presentes nesses encontros, gerando também perplexidade e confusão em Obixho. Ele segue sua busca, tentando se conhecer e se fazer conhecer fora do estereótipo.

Obixho é um personagem que nasceu de um “erro”, um rabisco sobre algo a quem não foi
permitido existir, e que aparece agora como um “novo ser”, não apenas uma “negação de algo”.
Por sua aparência associada ao erro, de forma estereotipada, muitas vezes é interpretado por outros seres como sendo “do mal” e acaba sendo afastado por eles. A rejeição e/ou o medo recíproco estão quase sempre presentes nesses encontros, gerando também perplexidade e confusão em Obixho. Ele segue sua busca, tentando se conhecer e se fazer conhecer fora do estereótipo.

Mirolho é sábio e vive a vida com leveza. Sabe aproveitar as oportunidades que se colocam diante dele e tirar o melhor de situações difíceis. Gosta de interagir com outros seres, aprecia a riqueza da vida e das conexões que pode fazer. É bastante ligado à arte, ama tudo com cores vivas e alegres. Concentra sua energia naquilo que está sob seu controle, navegando pela vida e se autoconstruindo. Quanto ao que não pode controlar, vive tranquilo, deixando que uma certa sabedoria akáshica lhe faça companhia.

Roberval luta com seus dentes afiados pelo pensamento independente e livre, fora de modelos prontos e restritivos. Por isso, é um lobo muito muito muito mau, mas que é bonzinho. Já foi um ser humano, mas por conta de uma crise existencial, viu-se transformado em um lobo. Roberval por vezes sofre, mas é capaz de utilizar seus conflitos psicológicos como fonte de crescimento pessoal e, assim, seguir sua vida podendo pensar e se colocar livremente.

Roberval luta com seus dentes afiados pelo pensamento independente e livre, fora de modelos prontos e restritivos. Por isso, é um lobo muito muito muito mau, mas que é bonzinho. Já foi um ser humano, mas por conta de uma crise existencial, viu-se transformado em um lobo. Roberval por vezes sofre, mas é capaz de utilizar seus conflitos psicológicos como fonte de crescimento pessoal e, assim, seguir sua vida podendo pensar e se colocar livremente.

O Urso e a Minhoca são personagens que se contrapõem: enquanto a Minhoca representa a preguiça e a moleza, o Urso está na maior parte do tempo em pé e ativo. Os dois personagens estão alegres na maior parte do tempo, cada um a seu modo. Trazem a reflexão sobre o que é felicidade e se há uma única forma de se ser feliz. São figuras simples, cujos comportamentos não se regem por conceitos morais ou doutrinas, apenas por valores éticos e pelo desejo sincero de ser feliz. Não há pessoa no mundo que não tenha dentro de si um Urso e também uma Minhoca.

Roberval luta com seus dentes afiados pelo pensamento independente e livre, fora de modelos prontos e restritivos. Por isso, é um lobo muito muito muito mau, mas que é bonzinho. Já foi um ser humano, mas por conta de uma crise existencial, viu-se transformado em um lobo. Roberval por vezes sofre, mas é capaz de utilizar seus conflitos psicológicos como fonte de crescimento pessoal e, assim, seguir sua vida podendo pensar e se colocar livremente.

conheça a galeria dos akÁshicos no meta art city

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Pinta e desenha desde muito pequeno; tinha como vocação inicial a arte ou a arquitetura. A marca de seus trabalhos acabou sendo um sistemático questionamento da diferença entre sujeito e objeto, ilustrado pelo rompimento das barreiras entre o dentro e o fora. Ao longo de sua vida, desenhar e produzir imagens de modo espontâneo sempre funcionou como uma terapia, algo que genuinamente crê estar ao alcance de todo mundo.

Roberval luta com seus dentes afiados pelo pensamento independente e livre, fora de modelos prontos e restritivos. Por isso, é um lobo muito muito muito mau, mas que é bonzinho. Já foi um ser humano, mas por conta de uma crise existencial, viu-se transformado em um lobo. Roberval por vezes sofre, mas é capaz de utilizar seus conflitos psicológicos como fonte de crescimento pessoal e, assim, seguir sua vida podendo pensar e se colocar livremente.

Vinda de uma família em que a arte em suas mais variadas formas e linguagens é extremamente valorizada, sempre teve uma íntima conexão com o trabalho artístico. A depender da fase de vida por que passava, ocupava-se dessa relação de maneiras diferentes e criativas. Utilizou e segue utilizando a arte como meio para criar a si própria e se posicionar no mundo em que vive.

É extremamente sensível e ligado a tantas formas de arte quantas se possam contar. Aprecia especialmente o teatro, área em que está prestes a se formar para tornar-se oficialmente ator. Valoriza o contato e a comunicação com todos aqueles com que se depara em seu caminho, compartilhando generosa e afetuosamente suas tão ricas experiências artísticas. Em seus desenhos, utiliza-se de braços compridos e sempre abertos para representar sua prontidão para se aproximar e acolher o outro, bem como para ilustrar sua facilidade e desejo de se comunicar, interagir, dar e receber.